Trio Dona Zefa toca na cadência dos corações dos apaixonados em Patrimônio da Penha

Arrasta-pé, baião, xote, todos dançados em pares com o clássico “abraço fechado” e o “dois pra lá e dois pra cá”, o forró é um dos gêneros mais cativantes e mais tocados em todo mundo.
O festival Penha Roots, que acontece durante os dias 15 a 17 de fevereiro, em Patrimônio da Penha, distrito de Divino de São Lourenço, traz para o seu público, grupos do gênero.
Criado em Campinas, interior de São Paulo, o Trio Dona Zefa, vem há 17 anos mostrando ser um dos maiores grupos de forró existente na atualidade. A zabumba inconfundível de Murillo Ramalho, a voz e composições únicas de Danilo Ramalho, e a sanfona sempre emocionante de Milla do Acordeon são a química perfeita para fazer todos dançarem.
“Nós somos filhos de nordestinos. Dona Zefa é o nome da minha mãe e do Murillo, somos influenciados principalmente pelo meu pai, que é forrozeiro e escutava muito Luiz Gonzaga. Desde criança escutamos em casa e não perdemos isso, desde que nascemos”, explica Danilo.
Com experiências internacionais com shows na Europa e festivais competitivos nacionais como o de Itaúnas, em 2004, onde levaram o prêmio em primeiro lugar com uma música autoral, o Trio Dona Zefa toca pela primeira vez na região do Caparaó e se identifica com a espiritualidade, energia positiva e autoconhecimento. “Participar do Penha Roots, nessa região que respira misticismo, esoterismo e espiritualidade é nossa praia. A gente vive isso, tentamos sempre ser o mais limpo possível nessa sujeira toda que vivemos. A gente sempre tenta se manter positivo e com alma leve… tem tudo a ver com a gente”, destaca.
O grupo já lançou cinco CDs, dois LPs e um DVD. Entre as parcerias estão grandes nomes como Dominguinhos e Genival Lacerda. Desde o começo, o trio tem como principal objetivo mostrar o autêntico forró pé de serra, com todas as suas belezas e peculiaridades.
“O público pode esperar um show bem swingado para as pessoas dançarem, com letras passando mensagens lindas de amor, brincadeiras e sorrisos. Além de clássicos do forró pé de serra, que as pessoas conhecem bastante”, conta o vocalista.
O trio diz que a interação entre reggae e forró vem resultando em ótimos eventos, onde as canções procuram mostrar os pontos bons e ruins da vida passando uma energia positiva para o público.
“Nós queremos convidar a todos os meninos e meninas capixabas e de regiões vizinhas para que participem do Penha Roots e deixe o corpo e a mente livres, na cadência dos corações dos apaixonados”, finaliza Danilo.

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